Invisível parece mais ou menos convencional. No entanto essa conclusão pode estar errada. O que Auster faz constantemente ao longo deste brilhante e provocante romance é questionar o que é facto e o que é ficção, o que é real e o que é inventado, o que é verificável e o que deve permanecer misterioso.
Quem ou o quê é invisível? A resposta fácil é Paul Auster, que, quando temos a oportunidade de parar para pensar, está em todo e em nenhum lado, o mais elusivo autor imaginável.
Pode ler a crítica do The Herald a Invisível, de Paul Auster, aqui.