Terça-feira, 4 de Setembro de 2012

MAPA DE ESCRITA DE PAUL AUSTER – ARTIGO COMPLETO PUBLICADO NO SUPLEMENTO IPSÍLON, DO PÚBLICO

 

 

 

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publicado por Miguel Seara às 11:06
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

"A INOCÊNCIA DA JUVENTUDE" – ENTREVISTA DE PAUL AUSTER AO THE INDEPENDENT

Paul Auster fala de Invisível, das influências na sua obra, sobre a forma como os livros são escritos, da sua juventude e de Sunset Park, o romance que entregou esta semana ao seu editor americano, numa entrevista publicada hoje pelo The Independent.

Para ler aqui.

 


publicado por Miguel Seara às 10:23
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Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

LAUREL E HARDY VÃO PARA O CÉU

Laurel e Hardy Vão para o Céu, de Paul Auster, com encenação de Rui Braz e interpretação de Paulo Cintrão e Ricardo Soares, estreia amanhã no Floresta Center, na Tapada das Mercês. A peça, escrita por Paul Auster durante os anos retratados em Da Mão para a Boca, vai estar em exibição das quintas aos sábados, pelas 22.00, até ao dia 1 de Agosto.

 

Sinopse

Laurel e Hardy constroem muros. Hoje, amanhã e no dia depois de amanhã. Laurel e Hardy constroem muros. É o que fazem. É o que são.

Não conhecem a finalidade da obra. Não conhecem o mandante da obra. Estão sós num espaço inóspito e desconhecido, tendo por guia apenas um livro de instruções que procuram seguir à risca, receando ser castigados. Conseguirão concluir a tarefa?

Laurel e Hardy Vão para o Céu é uma de três peças de teatro escritas por Paul Auster nos anos 70, num tempo em que o agora famoso romancista lutava para sobreviver dos parcos rendimentos obtidos com a actividade como escritor profissional. A estreia – um retumbante fracasso, segundo o próprio autor – teve lugar em 1977, num estúdio da Rua 69 em Nova Iorque, onde sete anos antes Mark Rothko, o artista plástico, se suicidara.

Laurel e Hardy Vão para o Céu é uma comédia amarga sobre a perda de identidade do homem contemporâneo face ao mundo globalizado e desumanizado que o rodeia, que carrega a forte influência, por um lado, de À Espera de Godot, de Samuel Beckett e, por outro, das comédias burlescas de Stan Laurel e Oliver Hardy – conhecidos em Portugal como Bucha e Estica –, que marcaram Hollywood nos anos 30.

 

Mais informações em www.utopiateatro.com.


publicado por Miguel Seara às 11:10
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Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

ARTE DA SOBREVIVÊNCIA

Leia a crítica do Jornal de Notícias, da autoria de Sérgio Almeida, a Da Mão para a Boca, de Paul Auster, aqui.


publicado por Miguel Seara às 16:31
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Quinta-feira, 5 de Março de 2009

RETRATO DO ARTISTA ENQUANTO JOVEM ESFOMEADO

Leia o artigo do Público sobre Da Mão para a Boca publicado em 1998 aqui.


publicado por Miguel Seara às 12:30
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APRENDIZAGEM DO FRACASSO

Leia o artigo do Expresso sobre Da Mão para a Boca publicado em 1999 aqui.



publicado por Miguel Seara às 09:00
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Quarta-feira, 4 de Março de 2009

DA MÃO PARA A BOCA – A CRÍTICA INTERNACIONAL

“Um livro soberbo. Uma lição de vida para aspirantes a escritor.”
Publishers Weekly

 

 

“Encantador, um relato elegante e humano… A mestria da escrita de Paul Auster é verdadeiramente assombrosa.”
The Boston Globe

 

 

 

“Uma das mais originais e audaciosas autobiografias jamais escritas por um escritor.”
Le Monde

 


publicado por Miguel Seara às 10:30
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DA MÃO PARA A BOCA – A CRÍTICA NACIONAL

“Uma deliciosa autobiografia da juventude de Auster.”
Visão

 

“Um livro que joga com as estruturas convencionais da ficção, revelando marcas características de um autor que continua a surpreender.”
Expresso

 

“O saltitar de trabalho em trabalho e o descobrir de um leque das mais variadas personagens tornam irresistíveis algumas páginas deste esboço autobiográfico. Depois Auster organiza meticulosamente o seu material e não perde tempo com divagações em contramão, resultando daí redobrado prazer para o leitor.”
O Independente

 

“Um livro obrigatório para os fãs de Auster – porque, ao mergulhar no passado do escritor, ajuda a compreender o génio em que ele mais tarde se tornaria.”
Semanário

 

“Uma obra que contribui para aumentar o respeito por Auster.”
A Capital


publicado por Miguel Seara às 09:10
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Terça-feira, 3 de Março de 2009

LEIA AS PRIMEIRAS PÁGINAS DE DA MÃO PARA A BOCA

Entre os meus vinte anos e o início dos trinta, atravessei um período de vários anos em que tudo aquilo em que tocava se transformava num fracasso: o meu casamento terminou em divórcio, o meu trabalho como escritor soçobrou e vivi assoberbado por problemas de dinheiro. Não estou a falar de uma simples e ocasional escassez de fundos ou de alguma necessidade periódica de apertar o cinto, mas sim de uma falta de dinheiro contínua, crónica, opressiva, quase asfixiante, que me envenenava a alma e me mantinha num estado de pânico interminável.

 

Leia mais aqui.


publicado por Miguel Seara às 09:36
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Segunda-feira, 2 de Março de 2009

DA MÃO PARA A BOCA

 

 

Desde que me conhecia, a minha ambição sempre tinha sido escrever. Aos dezasseis ou dezassete anos já sabia que assim era e nunca me iludira pensando que poderia ganhar a vida com isso. Tornar-se escritor não é ‘decidir sobre uma carreira’ como quem decide tornar-se médico ou polícia. Mais do que escolhê-la, somos escolhidos, e uma vez aceite o facto de que não somos aptos para mais nada, temos de estar preparados para percorrer uma longa e árdua estrada durante o resto dos nossos dias.

 

A narrativa autobiográfica que compõe este volume conta-nos a história do jovem escritor Paul Auster. Num tom profundamente intimista e revelador, o autor abre-nos a porta para os anos da sua entrada na literatura e na vida, quando o que a mão escrevia servia para alimentar a boca. O relato comovente e divertido dessa época é assim, também, uma lúcida reflexão sobre o dinheiro e sobre o que significa não o ter. Dinheiro era o que Auster pretendia ao escrever, na época, textos tão diversos como peças de teatro, romances policiais e, até, um jogo de cartas baseado no baseball.


Mais de uma década após a primeira edição de Da Mão para a Boca em Portugal, a ASA orgulha-se de (re)apresentar aos leitores portugueses um livro que é já uma referência canónica para todos os admiradores de um dos grandes nomes da literatura norte-americana.



publicado por Miguel Seara às 09:05
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