Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012

SIRI HUSTVEDT

Romancista, ensaísta e poeta, Siri Hustvedt nasceu em Northfield, no Minnesota. Filha de um professor de Literatura Escandinava e de uma imigrante norueguesa, tirou o curso de História no St. Olaf College e o doutoramento em Inglês na Universidade de Columbia.

Para além de Verão Sem Homens, publicado pela Dom Quixote, foram editado em Portugal, pela ASA, os seus romances: Elegia para um Americano, Aquilo que Eu Amava, De Olhos Vendados e Fantasias de uma Mulher.

Vive em Nova Iorque, com o marido, o escritor Paul Auster, e a filha, a cantora e atriz Sophie Auster.

 

“Siri Hustvedt é uma artista invulgar, uma escritora de inteligência superior, de uma sensualidade profunda, dotada de uma capacidade rara que apenas consigo definir como sabedoria.”

Salman Rushdie


publicado por Miguel Seara às 11:40
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

INVISÍVEL E ELEGIA PARA UM AMERICANO NOS MELHORES LIVROS DO ANO PARA O EXPRESSO

 

 

 

Os críticos do Expresso Vítor Quelhas e José Guardado Moreira escolheram, respectivamente, Invisível, de Paul Auster, e Elegia para um Americano, de Siri Hustvedt, como os melhores livros de 2009.

 

Podem consultar a lista completa aqui.

 


publicado por Miguel Seara às 16:20
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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

ELEGIA PARA UM AMERICANO CONSIDERADO UM DOS MELHORES LIVROS DO ANO PELA LER

 



publicado por Miguel Seara às 15:36
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SUGESTÕES DE NATAL – EXPRESSO


publicado por Miguel Seara às 15:25
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Segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

PAUL AUSTER E SIRI HUSTVEDT NOMEADOS PARA O INTERNATIONAL IMPAC DUBLIN LITERARY AWARD 2010

 

 

Pela primeira vez desde a sua criação em 1996, um casal de escritores – Siri Hustvedt, com Elegia para um Americano, e Paul Auster, com Homem na Escuridão – foi nomeado para o International IMPAC Dublin Literary Award, anunciou hoje fonte do galardão.

Na lista, composta por 156 títulos, figuram também nomes como Chris Cleave (com The Other Hand, a editar pela ASA em 2010) e Hannah Tinti (com The Good Thief, que será publicado pela ASA em 2010), os portugueses José Saramago (com As Intermitências da Morte) e José Rodrigues dos Santos (com O Codex 632), e o angolano José Eduardo Agualusa (com As Mulheres do Meu Pai).

Este prémio nasceu de uma iniciativa entre a Câmara Municipal de Dublin e a empresa IMPAC para a criação de um concurso anual de âmbito internacional com o objectivo de promover a literatura de qualidade e de fomentar a tradução de livros, elegendo anualmente um trabalho de reconhecido mérito literário, com a colaboração de bibliotecas de todo o mundo.

O prémio tem um valor de 100 mil euros e os dez finalistas serão anunciados em Abril de 2010.

Entre os seus vencedores contam-se nomes como Hertha Müller, Michel Houellebecq, Orhan Pamuk, Colm Tóibín e Michael Thomas, em 2009.

Mais informações sobre o galardão em www.impacdublinaward.ie.

 


publicado por Miguel Seara às 14:21
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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

"A AMBIGUIDADE GOVERNA O NOVO ROMANCE DE PAUL AUSTER" – ENTREVISTA DE PAUL AUSTER AO THE TIMES

 

 

A Austerlândia é um local de estranhas e ricas coincidências, onde os objectos assumem uma importância talismânica.

 

Podem ler a entrevista de Paul Auster ao The Times sobre Invisível, publicada no sábado, aqui.

 


publicado por Miguel Seara às 16:52
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

ESPECIAL SIRI HUSTVEDT, POR AUSTERIANA

Em resposta a um repto lançado há algum tempo no Twitter, o blogue Bichocarpinteiro, mantido por Austeriana, tem analisado a vida e obra de Siri Hustvedt e, em particular, Elegia para um Americano.

Quais são as influências de Paul Auster na obra de Siri Hustvedt? Quais são os pontos em comum? O que os distingue e separa profundamente?

Saiba as repostas a estas perguntas e mais aqui, aqui e aqui.


publicado por Miguel Seara às 15:10
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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

HOMENAGEM – A CRÍTICA DA REVISTA OS MEUS LIVROS A ELEGIA PARA UM AMERICANO

 

Com quatro romances e três ensaios publicados, Siri Hustvedt faz, de alguma forma, agora uma fusão entre os dois géneros. Pelos agradecimentos finais, o leitor fica a saber que a autora cita as memórias do pai, Lloyd Hustvedt, usando trechos de escritos seus como se fossem os do falecido Lars Davidsen, imigrante norueguês radicado no Minnesota e pai do casal que protagoniza esta Elegia– uma alusão real à história de Siri.

Erik é psiquiatra e Inga uma intelectual formada em filosofia, viúva recente do famoso escritor e cineasta Max Blaustein. O passado dos mortos inquieta os vivos enlutados e espoleta neles a vontade de desvendar segredos e preencher omissões numa investigação que atravessa a rotina pessoal e profissional das personagens. Curiosamente, importa mais à narrativa o caminho que os irmãos percorrem para encontrar respostas para as suas interrogações do que as revelações propriamente ditas que o passado encerra. Não espere, por isso, encontrar surpresas que o deixem boquiaberto. Espere, isso sim, uma escrita ponderada, emoções contidas, reflexões interessantes, personagens cativantes e uma vertente de ensaio, sobretudo nas passagens em que Erik contracena com os pacientes – apaixonante para os curiosos da psiquiatria e da neurociência; desmotivante para quem não considera o tema apelativo.

 

Crítica a Elegia para um Americano, de Siri Hustvedt, da autoria de Ana Morgado, publicada na revista Os Meus Livros de Julho.


publicado por Miguel Seara às 11:03
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Terça-feira, 30 de Junho de 2009

ELEGIA PARA UM AMERICANO NAS 100 MELHORES LEITURAS DE VERÃO DO THE SUNDAY TIMES

O The Sunday Times escolheu Elegia para um Americano, de Siri Hustvedt, como uma das melhores 100 leituras deste Verão. Pode consultar a lista completa aqui.


publicado por Miguel Seara às 10:15
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

"UM DOS MELHORES ROMANCES NORTE-AMERICANOS DOS ÚLTIMOS ANOS" – A CRÍTICA DO EXPRESSO A ELEGIA PARA UM AMERICANO

Siri Hustvedt, romancista, ensaísta e poeta norte-americana, tem todos os seus romances traduzidos em Portugal, o último dos quais Elegia para um Americano. A crítica internacional não lhe poupou elogios, e com razão: trata-se de um grande romance, em que a autora, de ascendência norueguesa, traça o retrato perturbador de uma família que, como todas as famílias, tem as suas histórias, segredos, mentiras e fantasmas, reveladores, para o discurso psicanalítico, do material recalcado e inconsciente que povoa a psique humana. Nesta medida, a psicanálise muito deve à arte em geral e à literatura em particular. Que o digam Freud e Lacan. E, claro, Siri Hustvedt. Aqui, em território meio ficcional, meio biográfico, a escrita é sensual, delicada e comovente, como se a autora, através do narrador, (Eric), ao dissecar os seus afectos, estivesse a reaprender uma língua esquecida pela racionalidade, mas profundamente enraizada nas cenas primordiais da infância, na relação com as figuras parentais e na complexidade emocional da experiência familiar. Personagens: um pai (Lars, que morre e deixa um diário, cartas, documentos); Eric e Inga (ele, psiquiatra, ela viúva de Max, são os filhos que arrumam o passado do pai e descobrem o seu amor por uma mulher desconhecida); Sonia (a filha de Inga, marcada pela memória do 11 de Setembro); e Miranda (a vizinha por quem Eric se apaixona). Traços comuns: a solidão intersticial dos nova-iorquinos, o aprisionamento numa teia feita de memórias, de fragmentos e de pequenas revelações e a busca pela identidade perdida. Tudo isto, aliás, constelado nos romances de Hustvedt De Olhos Vendados (o erótico voyeurismo e os difíceis cambiantes da identidade). Fantasias de uma Mulher (iniciação ao desejo e à vida adulta de uma jovem) e Aquilo que Eu Amava (o lado negro dos laços familiares e do amor). Mas, em Elegia para um Americano, todas estas temáticas, a que estão frequentemente associados o desejo, a morte e o luto, Eros e Tanatos, são revisitadas numa deliciosa sinfonia de redenção.

 

Crítica de Vítor Quelhas a Elegia para um Americano, de Siri Hustvedt, publicada no Expresso, no sábado.


publicado por Miguel Seara às 12:19
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