Segunda-feira, 9 de Setembro de 2013

A crítica do Expresso a Relatório do Interior, a nova obra de Paul Auster

 


publicado por Miguel Seara às 15:24
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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012

A CRÍTICA DO EXPRESSO A VERÃO SEM HOMENS, DE SIRI HUSTVEDT


publicado por Miguel Seara às 11:10
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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2012

ENTREVISTA COM PAUL AUSTER NO EXPRESSO





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publicado por Miguel Seara às 12:40
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QUATRO ESTRELAS – A CRÍTICA DO EXPRESSO A DIÁRIO DE INVERNO, DE PAUL AUSTER


publicado por Miguel Seara às 12:24
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

INVISÍVEL E ELEGIA PARA UM AMERICANO NOS MELHORES LIVROS DO ANO PARA O EXPRESSO

 

 

 

Os críticos do Expresso Vítor Quelhas e José Guardado Moreira escolheram, respectivamente, Invisível, de Paul Auster, e Elegia para um Americano, de Siri Hustvedt, como os melhores livros de 2009.

 

Podem consultar a lista completa aqui.

 


publicado por Miguel Seara às 16:20
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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

SUGESTÕES DE NATAL – EXPRESSO


publicado por Miguel Seara às 15:25
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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

INVISÍVEL – A CRÍTICA DO EXPRESSO

 

 

Nos romances de Paul Auster, as histórias são como caixas chinesas ou matrioscas russas que não apenas se encaixam sucessivamente como nascem umas das outras, multiplicando-se. Elas são mistérios, enigmas, desafios sempre inquietos, à procura de alguma solução em aberto. Diz quem o conhece que Auster frui e percepciona a vida com deleite e com uma pitada de distanciamento nas narinas, sempre a farejar o (im)previsível movimento das pessoas e das coisas. E que depois escreve. Os seus livros, artigos, críticas e até argumentos para o cinema são de uma (quase) absoluta precisão: cirúrgicos, inteligentes, pertinentes, quase oculares. As suas ficções constituem um misto de realismo e fantasia, teia de coincidências, ordem secreta do acaso e evocação biográfica respigada de memória (ingredientes para uma boa história), com fugidio aroma a Cortázar e a Beckett. Obra de referência da literatura pós-moderna, a sua Trilogia de Nova Iorque é, nesta medida, exemplar. Também este seu 15.º romance, um dos seus melhores, não escapa a este jogo de espelhos, ao caleidoscópio existencial e sensorial de Auster, em que o destino é uma espécie de partitura que cada um vai escrevendo e interpretando. Trata-se, pois, de uma narrativa de percurso intencionalmente serpenteante, com quatro partes entrecruzadas, que tem como ponto de partida Nova Iorque, na Primavera de 1967 – ano de crescente oposição à guerra do Vietname, de rescaldo do assassínio de Kennedy e do melhor rock psicadélico. Durante uma festa, Adam Walker, de 20 anos, um tímido aspirante a poeta, conhece o professor Rudolf Born, charmoso, manipulador, temível, e a sua enigmática e sedutora companheira, Margot, um casal francês pouco convencional. Deste encontro emerge um triângulo amoroso que viajará pelas fronteiras circulares, e quantas vezes crepusculares, do tempo, do sexo, da verdade e da identidade. E , claro, do sofrimento e da morte. Uma never ending story ao melhor estilo de Paul Auster, em que cada história tem sempre uma porta que se abre para outra história.

 

Crítica de Vítor Quelhas a Invisível, de Paul Auster, publicada no sábado, no suplemento Actual, do Expresso.


publicado por Miguel Seara às 12:44
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

"UM DOS MELHORES ROMANCES NORTE-AMERICANOS DOS ÚLTIMOS ANOS" – A CRÍTICA DO EXPRESSO A ELEGIA PARA UM AMERICANO

Siri Hustvedt, romancista, ensaísta e poeta norte-americana, tem todos os seus romances traduzidos em Portugal, o último dos quais Elegia para um Americano. A crítica internacional não lhe poupou elogios, e com razão: trata-se de um grande romance, em que a autora, de ascendência norueguesa, traça o retrato perturbador de uma família que, como todas as famílias, tem as suas histórias, segredos, mentiras e fantasmas, reveladores, para o discurso psicanalítico, do material recalcado e inconsciente que povoa a psique humana. Nesta medida, a psicanálise muito deve à arte em geral e à literatura em particular. Que o digam Freud e Lacan. E, claro, Siri Hustvedt. Aqui, em território meio ficcional, meio biográfico, a escrita é sensual, delicada e comovente, como se a autora, através do narrador, (Eric), ao dissecar os seus afectos, estivesse a reaprender uma língua esquecida pela racionalidade, mas profundamente enraizada nas cenas primordiais da infância, na relação com as figuras parentais e na complexidade emocional da experiência familiar. Personagens: um pai (Lars, que morre e deixa um diário, cartas, documentos); Eric e Inga (ele, psiquiatra, ela viúva de Max, são os filhos que arrumam o passado do pai e descobrem o seu amor por uma mulher desconhecida); Sonia (a filha de Inga, marcada pela memória do 11 de Setembro); e Miranda (a vizinha por quem Eric se apaixona). Traços comuns: a solidão intersticial dos nova-iorquinos, o aprisionamento numa teia feita de memórias, de fragmentos e de pequenas revelações e a busca pela identidade perdida. Tudo isto, aliás, constelado nos romances de Hustvedt De Olhos Vendados (o erótico voyeurismo e os difíceis cambiantes da identidade). Fantasias de uma Mulher (iniciação ao desejo e à vida adulta de uma jovem) e Aquilo que Eu Amava (o lado negro dos laços familiares e do amor). Mas, em Elegia para um Americano, todas estas temáticas, a que estão frequentemente associados o desejo, a morte e o luto, Eros e Tanatos, são revisitadas numa deliciosa sinfonia de redenção.

 

Crítica de Vítor Quelhas a Elegia para um Americano, de Siri Hustvedt, publicada no Expresso, no sábado.


publicado por Miguel Seara às 12:19
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Quarta-feira, 11 de Março de 2009

TRAGÉDIA E COINCIDÊNCIA

Leia a crítica do Expresso sobre O Livro das Ilusões publicada em 2002 aqui.


publicado por Miguel Seara às 11:58
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Quinta-feira, 5 de Março de 2009

APRENDIZAGEM DO FRACASSO

Leia o artigo do Expresso sobre Da Mão para a Boca publicado em 1999 aqui.



publicado por Miguel Seara às 09:00
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