Terça-feira, 26 de Junho de 2012

MAYOR DE NOVA IORQUE ENTREGA O NYC LITERARY HONOR A PAUL AUSTER


publicado por Miguel Seara às 09:54
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Sexta-feira, 27 de Abril de 2012

MAYOR DE NOVA IORQUE DISTINGUE PAUL AUSTER

 

O escritor norte-americano Paul Auster, cuja autobiografia, Diário de Inverno, será publicada pela ASA em agosto, foi distinguido na quinta-feira pelo mayor de Nova Iorque, Michael Bloomberg, com o 2012 NYC Literary Honor na categoria de Ficção.

Os NYC Literary Honors, os primeiros prémios literários de Nova Iorque, visam distinguir a vida e obra de autores e académicos para quem Nova Iorque serve de fonte de inspiração.

Os prémios celebram o papel que as grandes palavras e as grandes obras desempenham na vida cultural de Nova Iorque, bem como a importância da indústria editorial na economia da cidade.

“Nova Iorque acolheu sempre alguns dos maiores escritores do mundo e serviu de inspiração para inúmeras obras ao longo de décadas”, afirmou o mayor de Nova Iorque.

“Estes prémios realçam o extraordinário meio literário da cidade, uma parte essencial da comunidade criativa que tanto contribui para a nossa identidade, economia e qualidade de vida”, acrescentou Michael Bloomberg.

Para além de Paul Auster, foram também distinguidos, numa cerimónia realizada na Gracie Mansion, a residência oficial do mayor de Nova Iorque, Walter Dean Myers (Literatura Infantil), Robert Caro (Não Ficção), Roz Chast (Humor), Marie Ponsot (Poesia) e Robert Silvers (Vida Literária).

Nascido em Newark em 1947, Paul Auster reside atualmente com a mulher, a escritora Siri Hustvedt, na cidade de Nova Iorque, em Brooklyn, que instituiu o dia 27 de fevereiro como o Dia Paul Auster.

Paul Auster foi já distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias de Literatura 2006 e nomeado Comendador da Ordem das Artes e das Letras de França em 2007. Em 1993 a sua obra Leviathan recebeu o Prémio Médicis para o melhor romance estrangeiro. As Loucuras de Brooklyn recebeu em 2006 o Prémio Qué Leer dos Leitores para o melhor romance estrangeiro, distinção também dada a A Noite do Oráculo em 2004. Palácio da Lua foi eleito o melhor livro da década de 1990 pela Lire. Em 2009 recebeu o Prémio Leteo em Espanha. A sua obra encontra-se traduzida em quarenta e uma línguas.


publicado por Miguel Seara às 11:57
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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

O FUTURO DE NOVA IORQUE

Como será Nova Iorque daqui a 10, 25 ou até mesmo 50 anos? Pode saber o que um grupo de especialistas, incluindo Paul Auster, respondeu à Big Think para a sua série The Future of New York City aqui.


publicado por Miguel Seara às 15:16
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Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

OS REFÚGIOS DOS ESCRITORES

Uma casa num monte isolado, um hotel desconhecido, um país distante, a própria casa. Cada escritor guarda o seu refúgio para escrever e procurar inspiração. Ao sabor da literatura, a evasão e a escrita associam-se. E as férias? Essas nunca têm data marcada.


(...) Com o tempo (e os computadores, a Internet) desapareceu um certo ideal romântico do autor isolado. Ainda assim, alguns continuam a reservar um espaço só para escrever. É o caso de Paul Auster (n. 1947). O escritor norte-americano comprou um escritório em Brooklyn para trabalhar nos seus livros, deixando a casa de família vaga para a mulher, a também escritora Siri Hustvedt.

Escrever sobre Nova Iorque (A Trilogia de Nova Iorque, As Loucuras de Brooklyn; ASA) apreciando a cidade do outro lado da janela foi a fórmula encontrada pelo mediático escritor. Numa entrevista ao Público, em 2005, o autor de A História da Minha Máquina de Escrever dizia que ainda fazia os seus textos à mão, em cadernos, para a seguir dactilografá-los na sua velha Olympia.

 

Para ler na íntegra o artigo de Filipa Queiroz, publicado na revista Os Meus Livros de Agosto, aqui.


publicado por Miguel Seara às 10:11
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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

NOVA IORQUE – METRÓPOLE INESGOTÁVEL QUE NUNCA SE REVELA

Nova Iorque é a cidade a que todos já foram, mesmo (ou sobretudo?) os que nunca lá puseram os pés. Entre a urbe real – reduto supremo da desumanidade, asseguram os seus detractores – e a imaginária, que nos chega através das obras de um número quase infindável de criadores, é irrelevante saber onde reside a verdade, pois todas essas visões apenas contribuem para o fascínio que rodeia a capital não oficiosa do planeta.

Italo Calvino não estaria certamente a pensar em Nova Iorque quando escreveu As cidades invisíveis, mas há algo nos seus traços oníricos e impossíveis que nos remete para as urbes descritas por Marco Polo ao embevecido Kublai Khan. Mas a cidade para onde confluíram gentes de todas as paragens é muito mais do que o local onde brotam arranha-céus dos mais improváveis sítios, como nos asseguram cineastas, músicos, escritores e artistas plásticos de todas as nacionalidades.

Mesmo com todas as incursões artísticas de que tem sido alvo ao longo das décadas – sobretudo após o 11 de Setembro, que deu azo a dezenas de obras de pendor sociológico, quase todas falhadas –, Nova Iorque permanece um mistério. São os que nela habitam desde sempre os primeiros a traduzir a impossibilidade de acedermos ao seu núcleo mais restrito.

É o caso de Paul Auster. Nascido na vizinha Newark, o romancista elege Nova Iorque, com frequência inusitada, como protagonista dos seus livros – de A trilogia de Nova Iorque ao mais recente As loucuras de Brooklyn – e nem por isso sente ter esgotado o tema.

O mesmo acontece com Woody Allen, que, após ter filmado nos últimos anos em Londres e Barcelona, já anunciou o regresso à sua cidade.

Labiríntica e misteriosa, a Nova Iorque de Paul Auster que nos é revelada no seu mais emblemático livro não terá a fotogenia de qualquer guia de viagem, mas, em compensação, é muito mais estimulante.


Artigo da autoria de Sérgio Almeida, publicado no Jornal de Notícias, no dia 15 de Julho.


publicado por Miguel Seara às 10:40
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