“Seguramente o melhor romance americano do ano.”
The Sunday Telegraph
“Um dos livros mais profundos e envolventes dos últimos tempos.”
The Washington Post
“São poucos os escritores que conseguem a um só tempo estimular a nossa inteligência e cativar o nosso coração, e que o fazem oferecendo-nos os prazeres sensuais de uma escrita e de um estilo esplêndidos. Siri Hustvedt consegue tudo isto e muito mais no seu novo romance.”
The Independent
“Magistral… Simultaneamente abstracto e realista, íntimo e perturbador, resplandecente e sombrio, conciso e tumultuoso, claro e insondável.”
The Times
“Extraordinário.”
L’Hebdo
“Um dos grandes acontecimentos literários do ano.”
ABC
“Maravilhosamente pensado, profundamente sério e tremendamente inteligente.”
The Guardian
“Maravilhosamente sincero.”
The Economist
“Um romance escrito com uma mestria soberba.”
Literary Review
“Um romance que pode ser facilmente descrito como maravilhoso.”
The Observer
“Uma narrativa arrebatadoramente distinta, sentida e envolvente. Siri Hustvedt escreveu um romance poderoso.”
Library Journal
“Fascinante.”
Booklist
“Ambicioso, comovente e, por vezes, exasperante – mas nunca monótono.”
Kirkus Reviews
“Um romance profundamente sábio.”
New Statesman
“Um romance maravilhoso e filosoficamente estimulante.”
The Spectator
“Uma obra maravilhosa… Siri Hustvedt é uma grande escritora.”
L’Express
“Neste romance maravilhoso, Siri Hustvedt compôs uma ode à ausência e ao tempo que passa.”
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Com honras de abertura no festival Hot Docs, o maior festival de documentários da América do Norte, a decorrer actualmente em Toronto, Act of God reflecte sobre o paradoxo de se ser atingido por um relâmpago e debruça-se sobre questões como o acaso, o destino e o sentido da vida. Paul Auster, que assistiu à morte de um amigo vítima de um relâmpago quando tinha catorze anos, e Fred Firth demonstram no filme a ubiquidade da electricidade nos nossos corpos e no Universo.
Podem ler uma entrevista com Jennifer Baichwal, a realizadora de Act of God aqui.
Paul Auster e Enrique Vila-Matas retomaram no sábado, durante o PEN World Voices Festival, uma conversa inacabada sobre os seus medos, gostos, obsessões, fracassos e, sobretudo, os leitores. Mas a declaração mais marcante acabou por vir de uma mulher sentada na assistência. Essa mulher era nada mais nada menos que Siri Hustvedt, mulher de Paul Auster.
Podem ler o artigo de Óscar Santamaría, no Público (de Espanha), sobre este encontro entre os dois autores aqui.