O novo romance de Siri Hustvedt é, mais uma vez, sobre os segredos labirínticos que as pessoas escondem
Na sombra de Paul Auster (apenas porque é casada com ele) vislumbra-se uma grande novelista; Siri Hustvedt. Apesar dela navegar por mares percorridos por outros (a memória, os segredos que os mortos esconderam, os artistas alucinados), ela tornou-se uma verdadeira mestre nestes labirintos insondáveis. É esse mundo misterioso que voltamos a encontrar neste Elegia para um Americano.
Leia o resto da crítica de Fernando Sobral a Elegia para um Americano, de Siri Hustvedt, publicada no suplemento Weekend, do Jornal de Negócios, no dia 22 de Maio, aqui.