É admirável o jogo que Paul Auster é capaz de sacar de um universo bastante reduzido como o seu, para o qual conta com o recurso da sua formação literária, as suas manhas metanarrativas e o magistério de Dom Quixote.
Pode ler a crítica do El Cultural, publicada no dia 4 de Dezembro, a Invisível, de Paul Auster, aqui.